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A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (6) no aeroporto de Brasília o deputado Celso Jacob (PMDB-RJ), condenado pelo Supremo Tribunal Federal a sete anos e dois meses em regime semiaberto (que permite o trabalho fora da cadeia durante o dia). O deputado foi preso ao desembarcar.

Ex-prefeito de Três Rios (RJ), Jacob foi acusado de contratar uma construtora inabilitada em licitação em 2002 para concluir, no final de 2003, a construção de uma creche. Para dispensar uma nova licitação, Jacob decretou estado de emergência na cidade. Para custear as obras, ainda teria inserido, junto com um assessor, um crédito extra numa lei aprovada pela Câmara de Vereadores, embora o projeto original não contava com o acréscimo.

O Ministério Público considerou que o ex-prefeito resolveu concluir a obra – que estava parada há vários meses – no final de 2003 porque seria candidato a reeleição no ano seguinte. Por isso, não haveria motivo para decretar emergência na cidade e dispensar licitação.

No último dia 23, o STF rejeitou recurso apresentado pela defesa de Jacob e determinou a imediata execução da pena. A decisão da primeira turma do STF foi unânime e confirmou a condenação do parlamentar por falsificação de documento público e dispensar licitação fora das hipóteses previstas em lei quando era prefeito de Três Rios (RJ).

Os Ministros consideraram que os recursos visavam apenas atrasar o processo e decidiram declarar o “Trânsito em Julgado”, isto é, a conclusão da ação, para cumprimentos dos efeitos da condenação.

 

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