Hospital das Clínicas da UFTM rompe contrato de empresa e deixa 40 vigilantes desempregados

O Hospital das Clínicas da UFTM afirmou através de assessoria, que rescindiu contrato com a empresa Segurar Vigilância e Segurança Patronal devido déficit orçamentário e financeiro, decorrente a crise financeira do país. A entidade reforça que o fim do contrato causará a demissão de 40 profissionais da área de segurança e foi dado o prazo de 30 dias para o encerramento do contrato.

Conforme ofício, assinado pelo gerente administrativo do HC, Augusto César Hoyler, a rescisão contratual é necessária para garantir a prestação do serviço de milhares de pacientes, visto que o hospital é o único na macrorregião Triângulo Sul responsável por 75% dos atendimentos de média complexidade. Segundo o documento, após análises e estudos para contenção de despesas, foram elencados os contratos de prestação de serviços que impactariam diretamente na assistência caso fossem cortados. Além da redução da redução de valores de diversos contratos, foi verificada a necessidade da rescisão da contratação com a empresa de vigilância.

Segundo a assessoria de imprensa do Hospital das Clínicas, a rescisão contratual é definitiva, mas a instituição estuda a possibilidade do lançamento de futura licitação com um número menor de profissionais. Até a realização de nova licitação, o hospital planeja garantir a segurança sem contratação de profissionais. Para isso o controle de fluxo de pessoas para entrada e saída continuará sendo realizado pelas equipes contratadas para prestação de serviços de portaria.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Uberaba e Região (Sinvuber), Ricardo Teixeira, a medida vai deixar usuários e os servidores do hospital totalmente desprotegidos e a informação é de que o hospital pretende substituir os vigilantes por porteiros. Por isso, o Sindicato dos Vigilantes (Sinvuber) pretende levar a denúncia à Polícia Federal e pede apoio dos servidores da UFTM. Ricardo ressalta que nos últimos tempos, os assaltos às unidades da UFTM têm se tornado constantes. “Os servidores e demais usuários da UFTM ficarão totalmente desprotegidos, sem seguranças treinados para fazer tal vigilância. Esta semana, o almoxarife da UFTM, na rua Capitão Domingos (Abadia), foi assaltado. Imagina, sem vigilantes, como ficará a situação. Trata-se de uma redução de custos que vai colocar inúmeras vidas em perigo” afirmou Teixeira.

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