Na semana do 13 de Maio, Fundação Cultural inicia cadastro de ternos de Congado e Moçambique de Uberaba no Iepha

Ação conta como pontuação no Programa ICMS de Patrimônio Cultural


O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha/MG) iniciou, na terça-feira (4), o cadastro dos Reinados e Congados de Minas Gerais. O objetivo é reconhecê-los como patrimônio cultural imaterial do Estado. Em Uberaba, desde 2017 os ternos de Congado, Moçambique, Afoxé, Catupé e Vilão são patrimônio cultural imaterial da cidade.

A Fundação Cultural Professor Antônio Carlos Marques é responsável pela ação e salvaguarda. Nesse sentido, a autarquia, por meio do Departamento de Fomento à Cultura e Patrimônio Histórico, da Seção Municipal de Patrimônio Histórico Cultural e da Seção de Gestão de Fundos e Captação de Recursos, irá cadastrar os grupos da cidade no formulário disponibilizado pelo Iepha. A iniciativa marca a semana do 13 de Maio, data que reflete sobre os 133 anos da abolição da escravatura no Brasil.

“Nós já temos o cadastro de todos os ternos de Uberaba, já que trabalhamos, durante a gestão do Professor Antônio Carlos, para reconhecer a cultura afro como patrimônio imaterial do Município. Agora que o Iepha está realizando o mapeamento e a identificação dos Reinados e Congados mineiros – manifestações afro-brasileiras – vamos colaborar efetivamente com essa pesquisa e cadastrar, junto ao Instituto, todo o material que temos”, afirmou o historiador e professor Gustavo Vaz Silva, da Seção Municipal de Patrimônio Histórico Cultural da FCU.

O formulário de cadastro elaborado pelo Iepha busca identificar a localização, as formas de organização, a diversidade de cargos e funções, as indumentárias, instrumentos musicais, calendários festivos, dentre outros, além de levantar informações sobre as dificuldades relacionadas à manutenção dos grupos, visando a salvaguarda desse bem cultural. O cadastro feito pela Fundação Cultural contará como pontuação no Programa ICMS de Patrimônio Cultural. Os pontos são revertidos em recurso para Uberaba.

A proposta do Instituto é manter vivo um patrimônio cultural que é rico no território de Minas Gerais. Segundo o Instituto, a pesquisa vai permitir a preservação e difusão de histórias, memórias, saberes tradicionais e rituais que são transmitidos de geração em geração e que tornam a cultura mineira tão diversa.

Fotos: Divulgação/Prefeitura de Uberaba

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