PMU e entidades ligadas ao turismo participam da 1ª reunião dos grupos de trabalho do Geopark Uberaba

Na reunião foram oficializados os coordenadores dos grupos que vão trabalhar na implantação do projeto que fomenta o turismo municipal

A Prefeitura de Uberaba, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedec) reuniu nesta quarta-feira (29), agentes do poder público, representantes do turismo, instituições e entidades municipais para a 1ª reunião dos grupos de trabalho Geopark Uberaba na busca de potencializar os valores turísticos de relevância nacional e internacional da cidade para apresentar ações realizadas à Rede Global de Geoparques da UNESCO, a fim de se tornar Patrimônio Natural da Humanidade em 2019.

Participaram representantes da CDL, E.M. Frederico Peiró, UFTM, ABCZ, Sebrae, Conselho Municipal de Turismo de Uberaba (Comtur), Fiemg, Associação dos Amigos do Sítio Paleontológico de Peirópolis, Circuito Turístico Alta Mogiana, Fundação Cultural de Uberaba, Fiemg, Centro de Cultura José Maria Barra, SRU e G9, Museu do Zebu, IFTM, CITUR e Contur e Eurípedes Higino – Chico Xavier.

Anne Roy Nóbrega, secretária adjunta da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo ressaltou a mobilização de todos os envolvidos depois do workshop realizado em Peirópolis. “Estamos com pessoas comprometidas com as suas instituições, e acreditando no impacto do desenvolvimento econômico local. Hoje o objetivo foi cumprido, que foi a consolidação dos grupos de trabalho e do coordenador para cada grupo. A partir de agora vamos iniciar o plano e cronograma de ações até fim de janeiro, nossa próxima reunião, onde teremos a participação de um especialista do Sebrae para acompanhar os trabalhos de cada grupo durante todo o ano de 2018 a fim de atingirmos uma pontuação mínima para apresentar à Unesco”, explica.

Foram constituídos cinco grupos de trabalho com as seguintes temáticas: Geologia e Paisagem – conservação geológica, território, herança natural e cultural; Informação e Educação Ambiental; Geoturismo; Sustentabilidade e Economia Regional; e Estrutura de Gestão. Cada grupo tem um coordenador e participantes que até o final de janeiro de 2018 já devem preparar e pontuar ações que serão desenvolvidas ao longo do ano.

“Uberaba já é uma cidade que tem diversos projetos de desenvolvimento local, então o que temos que fazer hoje é colocar o selo Geopark nesses projetos. Já temos uma multidão de ações acontecendo que batem exatamente dentro das exigências da Unesco, estamos prontos, falta apenas colocar um nome nesses trabalhos e eventos com o mesmo propósito, rumo a chancela da Unesco em 2019”, frisa Nóbrega.

Os Geoparques Mundiais da Unesco são áreas geográficas unificadas, onde sítios e paisagens de relevância geológica internacional são administrados com base em um conceito holístico de proteção, educação e desenvolvimento sustentável. Sua abordagem ascendente, que combina a conservação com desenvolvimento sustentável e que, ao mesmo tempo, envolve as comunidades locais, está se tornando cada vez mais popular. Atualmente, existem 127 Geoparques Mundiais da Unesco em 35 países.

Foto: Reprodução

 

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