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A Prefeitura de Uberaba, por meio da Procuradoria Geral do município, tomando ciência, extraoficialmente, do pedido do impeachment, através de Paulo Salge entende que o mesmo é totalmente impertinente, inadequado, ilegal e tem viés político. Segundo o procurador, é estranho que o ex-agente público, uma vez exonerado das funções, venha agora formular um pedido desta natureza, em sinalização de revanchismo e não conformação com seu desligamento da administração. As únicas causas que o procurador divisa no procedimento é, em realidade, um desserviço aos interesses públicos que deveriam ser preservados, e não maltratados, com a utilização indevida da Câmara Municipal, que jamais se prestará a ser palco de divergências políticas pessoais.

Sobre os fatos que fundamentaram o pedido, o procurador esclarece que a relação locacional mantida entre o Codau e proprietário do imóvel é absolutamente legal, inclusive, tendo se iniciado há mais 30 anos e trespassando por outros vários mandatos Sendo que o valor atualmente pago tem respaldo em avaliação oficial, estando condicente com a localização e característica e utilidade do bem, e não houve, qualquer reajustamento ou alteração de valor, se não, seguindo os índices oficiais praticado pela política governamento federal. E ressaltando que outras acusações feitas são inverídicas e não se adequam ao contexto da postulação, o que caracteriza dolo e interesse particular na iniciativa.

Por fim, o procurador afirmou que a Câmara Municipal a uma análise superficial deste pedido inadequado, certamente decidirá por seu arquivamento, por falta de legalidade.

O prefeito administra a cidade com mãos firmes e limpas e dando o melhor e máximo de si, para o bem da coletividade, onde a ética, a probidade e o respeito ao cidadão são fatores preponderantes e caracterizadores da seriedade da administração municipal uberabense.

Todas as medidas cabíveis contra essa falácia que ataca pessoas de bem serão tomadas com urgência. Sob pena de prevalecer a mentira diante dos fatos verdadeiros.

Foto: Divulgação/PMU

 

 

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