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A Secretaria Municipal de Educação, por meio da Casa do Educador iniciará no dia 11 de março, a partir das 19h, no Auditório Safira da UFTM (Rua Frei Paulino), o curso de Aperfeiçoamento em Educação para as Relações Étnico-raciais, em parceria com a Fundação Cultural de Uberaba, por meio da Coordenadoria de Políticas de Igualdade Racial e da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

O objetivo é promover a formação continuada dos professores da educação básica da rede pública de ensino do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, cumprindo também os critérios da Lei Federal nº 10.639/2003 que institui a obrigatoriedade do ensino da história africana, afro-brasileira e indígena nos currículos das instituições de ensino.

Durante o curso, que acontece até dezembro de 2019, profissionais da Fundação Cultural de Uberaba estarão ministrando oficinas relativas ao tema e, também, de 15 a 22 de julho, os alunos participarão de uma vivência em uma comunidade quilombola, em Paracatu (MG). Haverá também seminários temáticos, estudos orientados e divulgação científica.

Antônio Carlos Marques, presidente da Fundação Cultural de Uberaba, considera que o curso tem suma importância para reestabelecer as diretrizes para trabalhar a Lei, que institui a cultura afro-brasileira nas escolas. “A cultura recebe muitas transformações. Restaram poucos quilombos no Brasil, que são a essência da verdadeira cultura afro-brasileira, e será muito enriquecedor que os educadores tenham a oportunidade de vivenciar isso”, completa.

A secretária de Educação, Silvana Elias, ressalta que o curso se ampara em metodologias que oferecem aos participantes, instrumentos para o trabalho crítico, reflexivo e engajado no campo de atuação de cada um, principalmente, no enfrentamento ao desafio de romper com as práticas excludentes e discriminatórias dentro das instituições de ensino básico, sob o olhar das relações étnico-raciais.

Esta proposta de curso será efetivada por meio da realização de encontros presenciais, como Seminários Temáticos, Palestras, estudos orientados, estágio de vivência em comunidade quilombola, projeto de intervenção pedagógica nas escolas dentre outros.

O curso é direcionado à educadores da rede municipal que deverão fazer inscrição in loco.

Fotos: Divulgação/Reprodução/PMU

 

 

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