Uberaba – Dia do Circo é marcado pelo aniversário de 36 anos do Circo do Povo

Nesta quarta-feira (27), comemora-se o Dia do Circo. Além da data, Uberaba também celebra os 36 anos do Circo do Povo que se completam no início de abril. O projeto é um exemplo de junção social e artística, que leva arte circense e formação profissional para comunidades da cidade.

O Circo do Povo é itinerante e transita por diversos locais de Uberaba. Ele renasce conforme a cidade se expande.  Foi inaugurado no dia 4 de abril de 1983, no bairro Costa Telles, no mandato do então prefeito Wagner do Nascimento. A proposta era popularizar e democratizar a cultura. Agora, ele acompanha o projeto Minha Casa, Minha Vida e se estabelece em bairros “recém-nascidos”. Foi reinaugurado, no dia 1º de março do ano passado na rua Dr. Vivaldo Silveira, 413, no Residencial Rio de Janeiro.

O Presidente da Fundação Cultural de Uberaba, Antônio Carlos Marques, foi um dos percursores e idealizadores do Circo. Para ele, “o ambiente é um espaço mágico, semelhante a uma ‘nave espacial’ que pousa sobre um lugar novo”. Além de todo encanto que o Circo transmite, ele também forma artistas. “Não foi um, nem dois… o resultado é visto em cantores, instrumentistas, bailarinos e outros que começaram no Circo e seguiram carreira”, reafirma o presidente. Antônio Carlos realça o aspecto social do Circo e explica que a arte é preventiva e que oferta oportunidades, evitando que as crianças e jovens enveredem por outros caminhos, como o da marginalidade.

Com linha cronológica marcada por mudanças sociais e históricas, o Circo do Povo foi montado para proporcionar atividades culturais, cursos profissionalizantes e até reuniões políticas, de onde surgiram projetos importantes para Uberaba, como a criação de duas escolas, nos bairros Abadia e Boa Vista. Como todo Circo, ele encanta e proporciona uma entrega lúdica para os mais diversos públicos. Levou apresentações clássicas para a população, como a peça “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, e show com Hermeto Paschoal, como também aguçou ouvidos com jazz, coloriu corações com manifestações populares, como a Folia de Reis, capoeira e catira, sempre mostrando a riqueza e a pluralidade cultural.

Fotos: Divulgação/PMU

 

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